O que você vai ser quando crescer?

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Pessoal! Vejam que legal o post inaugural da coluna “Carreira” aqui do Blog!

Em parceira com a minha amiga, seguidora e curtidora, Taís Amaral, orientadora de carreira,  inauguramos hoje a coluna com um texto pra lá de interessante: “O que você vai ser quando crescer?”.

O tema será tratado mensalmente aqui no Blog e a Taís dará dicas de como nós, pais, podemos ajudar nossos filhos com a escolha profissional.

A palavra é sua, Taís!

Olá pessoal, estou orgulhosa por ter sido convidada a escrever no Blog da minha amiga e mãe exemplar de 3 lindos filhos, aos quais tenho o prazer de conhecer desde as respectivas gestações.

Venho aqui hoje pra falar sobre carreira.

Não sei falar sobre filhos porque ainda não tive o prazer de tê-los, mas conheço muitos filhos e pais interessados em encontrar uma resposta para a pergunta: “o que vou ser quando crescer?”

Como orientadora de carreira, tenho estudado sobre as gerações e também sobre o grande “stress”envolvido no momento da escolha profissional. Tendo a dizer que falar sobre a cegonha, hoje em dia, seja um pouco mais fácil.

Nós, pais, e os jovens da geração Y ou Z

Atendo jovens de todas as idades e acredito que a diferença entre nós (pais e/ou futuros pais) e os “famosos” jovens da geração Y ou Z seja somente a experiência que vivemos antes deles e que, no caso dos filhos, pretendemos influenciá-los e poupá-los de passar por determinadas situações que já vivenciamos e que não foram tão agradáveis assim. Por mais que tenhamos passado algumas situações antes deles, as angustias e frustrações, assim como, as alegrias e motivações acabam sendo as mesmas.

Vivemos uma época na qual realizar qualquer escolha, por menor que ela seja, se torna um impulsionador para o “stress”.” Isso porque, se pensarmos nas possibilidades de carreira, metodologias escolares, hábitos alimentares, atividades extracurriculares, viagens, entre outras coisas, elas parecem não ter fim. Não quero dizer que antigamente não era assim, mas o acesso a tantas opções não era tão simples e por isso sofríamos menos o luto pelas escolhas não feitas.

A diversidade e a dificuldade na hora da escolha

Para ilustrar, cito um exemplo que uso com meus clientes: quando converso com meus pais, eles me contam que, quando eram “jovens”, tinham duas opções de modelo de calça jeans, um modelo moderno e descolado e outro mais clássico. Logo, pelo modelo que a pessoa usava já era, automaticamente, classificada em algum grupo ou “tribo”. Agora vamos pensar nos filhos, quantas opções de calças ou estilos eles têm acesso? Hoje, escolher uma “tribo” ficou difícil, todas parecem muito interessantes e ter de abrir mão de algumas outras parece assustador e triste. Imaginem isso quando pensamos na carreira… Não acham que várias delas também parecem bem atraentes?

As carreiras clássicas de Engenharia, Medicina, Direito, continuam aí, atraindo a atenção de jovens, mas muitas vezes, atraindo ainda mais os interesses dos pais que sonham com um futuro brilhante para o seu filho. A verdade é que temos muitas novidades, por isso vale a reflexão começar em casa… O que os filhos realmente querem? E as fascinantes start ups? O que isso significa? E trabalhar no Google? Facebook? Eles devem fazer intercâmbio?

Estes dias li uma matéria onde dizia que 62% dos jovens querem empreender. Mas será que eles sabem fazer isso? E nós, sabemos? O quanto de ilusão está envolvida com tudo isso? E o quanto de realidade?

O que o mundo atual oferece de vantagens

Enfim… São muitas as dúvidas, mas a boa notícia é que são muitas as possibilidades e que todas elas podem gerar belos frutos, desde que feitas de maneira consciente. Nada mais justo que nós, os jovens há mais tempo, conversemos e ajudemos os nossos “pequenos”, que logo se tornarão adolescentes, a  refletirem sobre isso. Não acham?

Muito obrigada pela leitura! Foi um prazer e espero vocês aqui no mês que vem!

Taís Amaral
Psicologa, atua como Orientadora de Carreira em escritório particular e para alunos dos cursos da Pós e MBA da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing). Um dia pensou em fazer Artes Cênicas na Faculdade, mas, por fim, escolheu cursar Psicologia e se encontrou, definitivamente, num curso de Especialização em Analise Psicodramática. A realização profissional vem das histórias que ouve de cada um dos seus clientes. Contato: tais.rhamaral@hotmail.com

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